Para aqueles que trabalham em grandes empresas ou multinacionais, é normal o agendamento uma vez ou duas vezes por ano para aquela série de entrevistas sobre o que você quer ser quando crescer e sobre o feedback do seu trabalho, o resultado do primeiro questionamento irá gerar um trabalho para o seu gerente e para o RH de como avaliar, gerar promoções e se possível, bônus, para um dia, quem sabe, você crescer.

Já na segunda parte, o “feedback” é quando você prepara o seus ouvidos para levar aquela saraivada de frases, pontos e acertos que você deve ter em sua carreira, já que sempre, eu digo sempre, você tem algo a melhorar. Vejam que somos, trabalhamos e convivemos com humanos, mas não recebemos o pagamento de humanos, mas sim de empresas e por este motivo, devemos seguir a cartilha da nossa contratante, já que empresa não é uma democracia. Tive um chefe que dizia que a pior forma de governo do mundo é a democracia, bem que eu queria que ele ficasse uns 6 meses na Coreia do Norte, vai que ele mudasse um pouco de ideia.

Eu particularmente recebo bem um feedback, seja positivo e negativo, tento contra-argumentar alguns pontos e sempre busco melhorar o meu trabalho junto ao meu contratante. Em toda a minha carreira fui assim.

Esteja de mente aberta, você é humano e pode estar cometendo alguns erros na visão do seus colegas e seu chefe. Aproveite a reunião de feedback, que não sua grande maioria é individual, para colocar o que você gosta e o que você não gosta do seu trabalho. Essa reunião pode definir a sua carreira e o seu futuro na empresa.