Um participante de um campeonato de video-games não ficou em primeiro ou em segundo lugar nas finais. Mesmo as regras informando que ele não tem direito a  todos prêmios, porque ele não foi o campeão, ele teima em recebê-los.

Nada errado até aí. Caso vc ache que vc tenha direito a receber algo, show de bola, corra atrás. Mas cometer crimes para isso é um tanto que complicado, vcs não acham ?

O pior é quando o cara trabalha em uma grande instituição financeira, como é o Citibank, que presa pela ética e pelo seguimento das leis brasileiras há 1 ano e pouquinho.

Eu respeito e muito este grande banco, e acho que informá-los do ocorrido é mais do que a minha obrigação.

Então, vamos lá:

O dito cujo é esse aqui abaixo, Bruno Hayama:

crime3

O Bruno está chateado porque não ganhou os prêmios. Tentaram falar com ele via e-mail, explicaram que ele não possui direito aos prêmios. Porém ele insiste no fato,  xingando e ameaçando com os advogados da empresa do pai um dos organizadores do evento e com a abertura de uma reclamação no Procon-SP.

Até aí, novamente, nada contra. Direitos são diretos e devem ser iguais para todos. Mas agir contra o artigo Art. 153 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40,  para conseguir pontuação e prêmios de jogos, isso aí eu não apoio.

Vejam a confissão do do ato no print/post abaixo:

crime2Complicado né ?!

Um funcionário assumiu que conseguiu os dados telefônicos e financeiros de uma pessoa, sem ordem judicial, e graças aos seus contatos na Vivo. Imagine o que ele pode fazer graças aos acessos que ele possui no banco ?

Que eu saiba, isto pode ser considerado crime, previsto pelo Art. 153 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40.

Atualização:

Diversas pessoas já vieram perguntar se, de fato, ele realmente trabalha no Citibank. Pois bem, é isso que diz o Facebook dele. Vejam na imagem abaixo:

Crime - Bruno Hayama

Atualização:

O post foi atualizado depois que o Bruno entrou em contato e fez uma série de ameaças, que culminam no pagamento de um multa de R$ 25.000,00.

Vejam, este blog não compactua com qualquer tipo de crime.

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