Essa semana estive lendo uma série de reportagens sobre as ações que o governo americano vem tomando contra o terrorismo cibernético e suas redes dedicadas e caquéticas, isso mesmo, os EUA possuem uma rede de dados interligando centros militares, tanto de pesquisa como de bases que não recebem investimentos há décadas, com isso eles estão vulneráveis a uma série de ataques. Porém, essas redes estão com certo isolamento da Internet, digo certo isolamento, pois alguns pesquisadores de segurança contratados pelo governo dos EUA descobriam algumas formas de como atacar essas redes e gerar tremendos estragos.

Devido tanta preocupação, o governo americano criou a Cybercom em junho de 2009. Dois meses atrás, o Senado aprovou a indicação do Tenente General Keith Alexander como chefe da Cybercom. Alexander também é o diretor da Agência Nacional de Segurança (NSA). A NSA é velha conhecida do mundo de espionagem e contra-espionagem cibernética, pois durante décadas foi negada a sua existência e vários analistas dizem que a NSA é responsável por “salva guardar” os dados de todos os americanos, tanto que para isso eles estão construindo um dos maiores Storages do mundo com 1Yottabyte de espaço.
O Cybercomando dos EUA é parte do Comando Estratégico daquele País, e tem sede em Fort Meade, no Estado de Midland. Diversas unidades das Forças Armadas americanas compõem a Cybercom.

A missão da Cybercom – que, com 58 palavras no original em inglês, diz: “A USCYBERCOM planeja, coordena, integra, sincroniza e conduz atividades para: dirigir as operações e a defesa de redes específicas do Departamento de Defesa; além de preparar e, quando solicitado, conduzir operações militares de amplo alcance no ciberespaço com o objetivo de permitir ações em todos os domínios, assegurar a liberdade dos Estados Unidos e de seus aliados em ações no ciberespaço e negar o mesmo a nossos adversários.

Em outras palavras, o presidente Barack Obama tem o botão para desligar à Internet dos EUA e com isso protegê-lo de ataques cibernéticos. Não se esqueçam que a grande maioria dos servidores Root de DNS são residentes nos EUA.

Desde 2006, várias empresas especializadas em segurança da informação e a mídia vêm relatando que antes de uma grande ação militar, seja ela invasão ou tentativa, ocorre um ataque cibernético a infraestrutura do país atacado, daí a preocupação do governo americano de se proteger, eles possui a maior quantidade de ogivas nucleares em todo mundo, imaginem se um louco controlar tudo isso ?! Adeus suco de laranja com morango.

Uma informação interessante foi que o governo Iraniano vem afirmando que possui o segundo maior grupo de ciberataques em todo mundo, o primeiro pertence a China, isso não podemos negar. Mas como o Irão treinou o seu pessoal em técnicas Hackers e Crackers ? Será que foi via chibatadas online ?

fontes: The Economist, IDGNOW e Internet

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  1. a materia e muito interessante… gostei do final humorado heahuea!

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