Já comecei a ouvir de diversos gerentes e executivos de TI a seguinte frase: Precisamos investir nestes dois últimos quarters em segurança. Precisamos contratar mais pessoas capacitadas para gerir a nossa infra de forma segura.

Isso sempre acontece depois de uma pancada na cabeça, neste caso, uma bela de uma pancada em diversos sites de empresas e do governo. O fato é que diversos executivos perceberem que as economias feitas quando o assunto era segurança apresentaram um péssimo resultado.

Há quem diga que as empresas brasileiras não entendem quase nada quando o assunto é segurança corporativa e que a utilização de IDS/IPS e WAF (Web Application Firewall) é mito para muitos, mas falou em normas ISO 27001 ou 27002, todo mundo sabe e já até se certificou. Acontece que a norma em si não protegerá a sua infraestrutura de ataques Hackers, e para isso é necessário o seguinte conjunto: Profissional + Equipamento + Procedimentos/Normas

Hoje, nós temos equipamentos, procedimentos e normas, o que falta são os profissionais para implementar tudo isso e aí está o novo booooom do mercado. A contratação de profissionais especializados em segurança da informação, sejam eles focados em Firewall, realização de testes de segurança e auditoria. Haverá vagas para todos, mas um detalhe, vocês devem estar preparados para ocupá-las.

Nível Superior, inglês, conhecimentos em TCP/IP, segurança e algumas certificações como CCNA e CCSA(Checkpoint) ajudam e muito na hora da procura de um bom emprego em segurança.

Estudem pois o mercado vai bombar… 🙂

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Este post tem 7 comentários

  1. Uma das coisas que tá me deixando fora é o inglês, essas escolas que ensinam, ficam muito no To Be.. Só viajando mesmo para pegar fluência. Espero pegar essa onda e garantir um bom emprego. Mas, toda essa projeção seria pra daqui a quanto tempo? uns 2 anos?

  2. estudar é importante sim, mas muitos empregos exigem certa experiência… isso complica para quem está entrando no mercado de trabalho agora

  3. Realmente o inglês é importante para o currículo, mas acredito que apenas nível técnico já é suficiente, pois dificilmente você precisará falar, é mais para ler textos.

    Concordo, as empresas estão pedindo currículos cada vez mais completos, com inúmeras certificações, línguas, superior, pós e EXPERIENCIA.
    Eu falo por mim, um cara que sai do ensino médio, as vezes com um técnico feito, um inglês intermediário; então ele entra na faculdade, tenta tirar uma certificação. Como ele teria tempo para ter alguma experiencia se até o momento ele só estudou?

    Ou o cara se aplica nos estudos ou começa a trabalhar mais cedo, dificilmente dá para levar os dois em um nível bom.

  4. Kenji,

    conheço casos que o inglês barrou excelentes profissionais

  5. Sim com certeza, porém como o Darlisson havia mencionado que seria melhor viajar para pegar fluência…. Sim, de fato é, para aqueles que puderem fazê-lo.

    Mas de imediato, como é o caso de muita gente, não acho tão obrigatório, saber falar fluentemente, daí o nível de inglês técnico já seria “suficiente”.

    Ter a fluência seria um diferencial muito grande. Porém, valeria a pena largar a faculdade ou cursos (sei lá de 3 a 6 meses para viajar) para ter esse diferencial, ou ficar num curso (de línguas) que ensinasse o que você irá precisar inicialmente?

    É muito relativo, ainda mais com a quantidade de vagas, que você mesmo comentou que estão para abrir nesse mercado.

  6. Bom o meu problema e experiencia e ingles. Busco vagas de emprego em TI e vejo as empresas pedindo muitos conhecimentos e experiencia, ate ai tudo bem, mas para um salario baixo. Nao consigo achar uma vaga para meu nivel que me permite pagar um ingles+cursinho pre-vestibular.

  7. Com a fama da péssima qualidade do ensino superior atual, os profissionais que estão a mais de 20 anos de mercado e se formaram em universidades consideradas de expressão na época, perderam seu valor para as sopas de letrinhas MBA, PMP, CEO, etc… Com família para cuidar e educar, fica impossível especializar-se depois dos 50 anos. Toda a experiência acumulada em uma vida, são sucumbidos por exigências acadêmicas que não são utilizadas na prática e salários medíocres, não condizentes com essas mesmas exigências.

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