Li uma notícia essa semana referente a não existência de políticas de segurança para uma boa parte das empresas e seus colaboradores. O interessante é que estamos vivendo uma fase de participação e colaboração de conteúdo nunca vista antes, vejam o exemplo do Twitter, Facebook, Orkut e Youtube, todos essas ferramentas ou plataformas fazem sucesso e as pessoas que acessam essas plataformas são as responsáveis por criarem o seu conteúdo, dai estarmos passando por um período participativo ou colaborativo.

Devido ao crescimento dessas plataformas e com isso, a capacidade de qualquer um se expressar para um público quase infinito, o público Internet, é que estamos sabendo de casos de abuso e demissões, o caso do diretor da Locaweb e do jornalista da National Geografic são provas de o que você escreve na Internet pode afetar a sua vida e o seu trabalho.

Várias empresas nos EUA, Europa e no Brasil já criaram políticas de segurança quanto o acesso, a utilização e a participação de seus colaboradores em redes sociais, a preocupação é clara já que não são todos que podem falar pela empresa. Eu soube que vários jornalistas trocam com  as suas fontes informações confidenciais ou furos de reportagem via mensagens diretas via Twitter ou via MSN, moderno em.

As empresas não podem proibir a participação de seus profissionais em redes sociais, elas podem passar regras quanto a utilização no horário de trabalho ou quando for mencionar algo sobre a empresa ou grupo o qual trabalha. Muitos falam de bom senso, mas aprendi que bom senso é o que está escrito.

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Este post tem um comentário

  1. O mais contraditório nesta estória toda é que as mesmas empresas que querem aparecer e ser bem comentadas nestas redes sociais não vêem com bons olhos a participação de seus funcionários nas mesmas, talvez com receio de que vazem informações confidenciais ou que as opiniões pessoais de cada sejam vistas como opinião da empresa.

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